segunda-feira, 20 de junho de 2016 • por Pés Viajantes
Lá no comecinho de janeiro começamos a contar como foi nosso Mochilão pela Europa. Fizemos até um trailer resumo dessa viagem, vocês lembram? Nosso primeiro destino foi a Bélgica, e ali conhecemos Bruxelas e demos uma passadinha em Bruges. Quem acompanha a gente já viu o post sobre o começo do mochilão, quando contamos um pouco de Bruxelas, mas quem ainda não viu, pode ver clicando aqui. Há pouco tempo compartilhamos um pouco da nossa visita à Bruges, e o link é esse aqui. Nesse mochilão resolvemos filmar muita coisa, e dividimos os vídeos por países que visitamos. E esse post é pra mostrar pra vocês o pedacinho da Bélgica que nós conhecemos.

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Spoiler alert: ~O próximo destino que vamos compartilhar aqui é Amsterdam~ tcham tcham tcham tcham~


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quinta-feira, 28 de abril de 2016 • por Blog Pés Viajantes

Se Bruxelas foi nossa primeira surpresa gostosa desse nosso mochilão, podemos dizer que Bruges foi aquela cereja fresca e suculenta que estava no topo. Nós temos um certo carinho por cidades históricas, ainda mais quando elas são pequeninas e é possível fazer tudo a pé.

Em um dos nossos dias hospedados em Bruxelas, resolvemos fazer um bate-volta pra Bruges, uma cidade a cerca de uma hora de trem da capital. E foi uma maravilhosa ideia. A viagem de trem é bem tranquila, e custa em torno de 15 euros. Não temos muita certeza de como funcionava, mas existia algum tipo de promoção de passagem de ida e volta para Bruges no final de semana. Se algum de vocês forem, vale a pena dar uma conferida. ;)

Como chegamos na cidade ainda de manhã, saímos explorá-la a pé. Percebemos que andar de bicicleta é bem comum na cidade, e não eram poucas as casas que tinham as suas estacionadas na frente. Assim como em Veneza, o segredo para conhecer Bruges é se perder por suas ruas estreitas, e por isso passamos quase toda a manhã passeando por elas, admirando as casas e os canais da cidade, que estava cheia de turistas, apesar do frio. As casas possuem quase todas a mesma altura, não são muito altas, e por conta disso era possível avistar o campanário da cidade onde quer que estivéssemos. Logo começamos a seguir em direção à torre na expectativa de talvez subir e ter uma vista panorâmica.
Nossa busca pelo campanário nos levou à praça central da cidade, onde a torre se encontra. A praça é rodeada por belos edifícios coloridos, de arquitetura diversificada e muito conservada. Apesar de muito bonita e charmosa, a perfeição arquitetônica somada às carruagens e aos cavalos circulando de lá para cá deram um ar bem cinematográfico ao lugar, o que nos deixou em dúvida com relação a originalidade de tudo aquilo. De qualquer modo, a praça é um sucesso e concentra quase todo o movimento turístico da cidade. Foi o lugar perfeito para comermos as tradicionais batatas fritas locais e tirarmos algumas fotos.
Enquanto esperávamos na fila para subir o campanário, pudemos aprender um pouco mais sobre a história da cidade através de uma exposição que havia logo na entrada. Descobrimos que aquela pequena cidade já havia passado por guerras e também por seus dias de glória, sendo uma potência econômica até o séc.XV, quando os grandes navios de comércio não conseguiram mais chegar à cidade por conta do assoreamento do rio. Esquecida por quatrocentos anos, a cidade utilizou da sua beleza e potencial turístico para se reerguer.
Finalmente começamos a subir a estreita (muito estreita!) escadaria que levava até os sinos. Com mais de 350 degraus, não demorou muito para começarmos a perder o fôlego naquele frio. A "escada maldita", apelidada pela Thu, não nos dava chance para descansar, pois logo atrás estavam outros turistas ansiosos para subir, e se parássemos todos teriam que esperar, pois não havia espaço para passar. Chegando ao topo, o vento gelado nos golpeou no rosto com tanta força que foi difícil respirar. Mas a vista era realmente maravilhosa, um mar de telhadinhos laranjados sob um céu branco de inverno. Nem o vento nem os sinos gigantes badalando nos nossos ouvidos fizeram com que a gente se arrependesse.

Depois de descermos, dedicamos o resto do dia às degustações. Dividimos um waffle com chocolate e sorvete e no fim da tarde encontramos um bar maravilhoso, chamado 2be, com um cardápio com mais de mil cervejas de todo o mundo, a maioria delas belgas, é claro. O clima no bar era muito legal, estava bem cheio e todos pareciam estar se divertindo e rindo bastante. Escolhemos uma mesinha do lado de fora para aproveitar a vista e também o frio, porque não? Pedimos duas cervejas recomendadas pelo bar e brindamos o fim daquele dia, mas a nossa vontade era de que ele não acabasse. Foi o desfecho perfeito da nossa rápida passagem por Bruges.




















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