segunda-feira, 16 de março de 2015 • por Pés Viajantes

Ciao a tutti!

Os posts sobre a Roadtrip que fizemos no início desse ano estão chegando ao seu capítulo final, a capital italiana, Roma! Como contamos no post anterior, deixamos Florença em direção à Roma ainda na noite do dia 8 de janeiro. Talvez tenha sido a viagem mais tranquila de todas. Quase todos acabaram dormindo na van, e fizemos o trajeto do início ao fim em uma autoestrada, que são as melhores rodovias da Itália. Por conta disso, esse também foi o percurso com o pedágio mais caro de todos. Chegando às proximidades do apartamento em que passaríamos as últimas noites de viagem, também tivemos alguma dificuldade para encontrar um estacionamento, mas logo encontramos uma vaga em uma estação de metrô próxima dali. Encontramos também um pequeno restaurante, quase fechando, em que o dono e seu único funcionário fizeram uma grande gentileza para nós, preparando algumas porções de lasanha para levarmos para casa.

O apartamento em que nos hospedamos era bem próximo da região do Vaticano, e por isso resolvemos dedicar o primeiro dia em Roma para conhecer a cidade do Papa. Primeiro fomos conhecer os Museus do Vaticano, que possuem uma quantidade muito, mas muito grande de obras de arte. Esculturas, desenhos, quadros, afrescos, pinturas em tecido, obras primas de diversos autores e épocas. Tem, inclusive, uma grande esfera de ferro em um pátio, de um artista italiano contemporâneo chamado Arnaldo Pomodoro. E é claro, tem também a obra na qual depositávamos as nossas maiores expectativas, a Capela Sistina.

Durante a visita, fomos informamos de que a capela tinha um horário diferente de funcionamento, e que fecharia mais cedo do que o restante do museu. Por conta disso, tivemos que ver tudo muito rapidamente. Ao chegarmos ao local tão esperado, bateu aquela pontinha de arrependimento por ter deixado tantas coisas “vistas por cima” para trás. Mas antes que os apreciadores de arte nos condenem, vamos deixar tudo muito claro aqui.

A Capela Sistina é realmente uma obra prima! Belíssima! Os afrescos são perfeitos, não há como questionar o talento de Michelangelo. O primeiro problema está no ambiente. O local (hoje) não lembra em nenhum momento uma capela. Parece mais uma grande sala, abarrotada de gente, onde não se pode falar, fotografar ou filmar. Um local onde você está sendo vigiado por seguranças com expressões feias, que circulam entre os turistas a procura de um espertinho que esteja tentando uma foto escondida. A cada cinco minutos, uma voz assustadora surge através do sistema de som gritando “Silenzio, per favore!”, em diversas línguas, para que a mensagem seja recebida por todos. Se algum fiel tiver a intenção de rezar na Capela Sistina, infelizmente saíra frustrado de lá.

Por fim, o segundo problema da capela na verdade é um problema nosso. Imaginávamos que os desenhos seriam maiores, principalmente A criação de Adão, a famosa obra que fica exatamente ao centro do teto. Apesar das expectativas não terem correspondido à realidade, o local é, sem dúvida, maravilhoso.

Terminando o tour pelos museus, almoçamos num restaurante ali na região, pois o passeio da tarde seria na Basílica de São Pedro. Ah, e pra quem não sabe (nós também não sabíamos): a entrada para os Museus do Vaticano é diferente da entrada para a basílica; mas é possível ir a pé tranquilamente.

A fila para entrar na basílica se estendia por boa parte da Piazza San Pietro e, apesar disso, não demorou muito para chegar a nossa vez. Passamos pela revista e fomos direto em direção à igreja. A sensação imediata ao entrar é a de sermos minúsculos. Talvez tenha sido a maior igreja em que já entramos, e não poderia ser diferente, uma vez que estávamos na sede da igreja católica. A famosa La Pietà, também de Michelangelo, foi para nós a obra mais bela da basílica, e talvez até mesmo do Vaticano. A perfeição do manto de Maria esculpido no mármore é indescritível, e praticamente não se percebe que aquilo um dia foi um pedaço de pedra.

Infelizmente não subimos na cúpula e nem visitamos o túmulo do João Paulo II. Enquanto não temos a oportunidade de voltar, ficamos admirando as fotos desse passeio. Confiram vocês também!

Arrivederci!























Isso é tudo pessoal! 


Road trip 6: Firenze
Road trip 5: Viagem para segredo
Road trip 4: Pompéia e o vulcão Vesúvio
Road trip 3: Nápoles
Road trip 2: pausa para ver a neve
Road trip 1: Camerino e Assis
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